Presidente do PHS, Thiago Vasconcelos, diz que "chapinha" está toda com Elmano (Foto: Vitor Sousa/Portal O Estado)

O desdobramento político da chamada “Chapinha da Resistência”, formado por nove partidos emergentes, esperou até o último momento para ser definido. Após o anúncio de Elmano Férrer, de que disputaria o governo do estado, a maioria das siglas que formam a coligação se inclinaram a apoia-lo, no entanto, partidos como o PHS, presidido no estado por Thiago Vasconcelos, teve conversas com o governador e candidato a reeleição, Wellington Dias, até momentos antes de sua convenção, na última sexta-feira (03/08).

“Na verdade, o PHS, antes que eu assumisse a presidência, era aliado ao governador Wellington Dias e fez parte do governo. Então naturalmente dentro desse processo democrático, a gente tem que dialogar com todas as partes. Nossa defesa, enquanto presidente, foi que a gente precisava unificar um grupo de partidos emergentes, para eleger o maior número de proporcionais possível”, disse Thiago Vasconcelos.

Ainda segundo ele, a decisão de permanecer com o apoio a Elmano, se deu por conta da unificação desses partidos emergentes. “Fomos procurados também por interlocutores da candidatura do Dr. Pessoa, ouvimos uma proposta de coligação proporcional. Então assim, dentro das propostas que foram feitas, tanto do governador quanto do Dr. Pessoa, na minha compreensão havia um prejuízo para nossa chapa proporcional, para deputado federal. Uma não tinha perspectiva de completar o coeficiente [eleitoral] e a outra o PHS ficaria na primeira suplência” completou.

A expectativa da “chapinha” é conseguir eleger três deputados estaduais e um deputado federal.

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