Fábio Servio diz que PSL não servirá de instrumento de manobra política (Foto: Divulgação)

O pré-candidato ao governo pelo Partido Social Liberal (PSL), Fábio Sérvio, informou que a sigla retirou o mandato de segurança pedindo a anulação da eleição antecipada da mesa diretora da Câmara Municipal de Teresina, realizada em novembro do ano passado, que dá ao vereador Jeová Alencar, o direito de reassumir a presidência no biênio 2019-2020.

De acordo com Fábio Sérvio, o mandado foi retirada por se entender que tratava-se de questões políticas.

“O PSL hoje tem uma nova direção. Com a chegada do Bolsonaro, ele assume um protagonismo nacional que ainda não tinha vivido, e se tornou um dos maiores partidos do país. Isso significa que precisamos fazer um trabalho de independência. Não podemos defender uma política transparente e ética, quando a realidade local é diferente. O PSL não servirá mais de instrumento de manobra de interesses outros, que não sejam interesses do próprio partido”, comentou.

Quando o mando de segurança foi impetrado, um dos argumentos que o partido defendia para a ação, era de que se tratava de uma decisão nacional, por entender que a sigla havia sido prejudicada, por ficar de fora da chapa colocada à época. Quanto a isso, Fábio disse entender que o argumento não cabia, juridicamente.

“O argumento é muito frágil, pelo próprio fato de um dos vereadores do PSL ter votado. Então assim, tem o poder executivo municipal e tem o poder legislativo municipal. Jeová foi eleito com a maioria dos votos, dentre eles de um vereador eleito do PSL. Nós sabemos quais eram os objetivos que estavam entorno disso, e acho que aquele que tiver interesse de questionar, que o faça pelo próprio partido”, alfinetou.

O vereador a qual ele se refere, é Luís André, que faz parte da base aliada do prefeito Firmino Filho, mas que participou da eleição.

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