Procura por tratamentos estéticos cresce no Brasil, entre elas, a harmonização facial

Procedimentos que buscam reduzir os efeitos da idade estão entre os mais procurados nas clínicas de estética.

O número de procedimentos estéticos realizados no Brasil cresce em ritmo constante. Dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP) apontam que nos últimos cinco anos, houve o aumento de 23% na quantidade de intervenções estéticas menos invasivas. Entre as mais procuradas está a Harmonização Facial, que visa corrigir imperfeições no rosto e controlar os efeitos da idade na pele.

O procedimento é realizado em clínicas de estética, sendo aplicado em homens e mulheres. No entanto, o indicado é que a pessoa tenha pelo menos 30 anos, pois é a idade que a pele costuma ficar mais flácida. A cirurgiã-dentista Thais Carvalho, especialista na área, explica que apesar da busca por deixar o rosto mais jovial, o objetivo da Harmonização é equilibrar a musculatura da região, sendo o rejuvenescimento uma consequência do processo. “A Harmonização visa melhorar a estrutura do rosto e controlar o envelhecimento facial caracterizado pela perda de elasticidade da pele, perda de gordura e músculos. No entanto, o propósito é buscar o equilíbrio funcional muscular da face e por consequência o equilíbrio estético, ou seja, o equilíbrio ideal entre a face e o nosso sorriso”, declara.

Para que se alcance esse resultado, Thais afirma que são utilizadas várias intervenções no paciente com finalidades específicas, que em conjunto alcançam o objetivo esperado. “Na Harmonização são utilizadas técnicas como Bichectomia, Emagrecimento Facial, Fios de Sustentação, Lip Lift, entre outros, todas atuando em busca do resultado desejado pelo paciente”, comenta. Por serem necessárias tantas intervenções, as alterações no rosto são mais perceptíveis por volta de 40 dias após o início do procedimento, sendo este o tempo necessário para que a pele e a musculatura se adapte ao novo alinhamento.

Os custos do processo variam de acordo com o objetivo e as técnicas usadas no paciente, sendo necessária a avaliação do profissional antes de iniciar os procedimentos. Por serem considerados minimamente invasivos, a Harmonização não oferece riscos ao paciente, desde que seja realizada em clínicas qualificadas e se tome os cuidados necessários do pós-operatório.

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