Representantes do Sindicato da Indústria da Construção Civil de Teresina (Sinduscon) estiveram reunidos com o presidente da CEPISA/Equatorial, Nonato Castro, e o executivo de relacionamento com o cliente da empresa, Joaquim Milhomen. A concessionária que está há quatro meses gerenciando a antiga distribuidora de energia, escutou os anseios do grupo de empresários e tirou dúvidas sobre encaminhamentos de projetos.

O encontro que ocorreu na sede da empresa, teve como principal objetivo discutir sobre os encaminhamentos de projetos aprovados na gestão anterior e que estão encontrando alguns entraves com a chegada da Equatorial. Dentre eles, os empresários da construção civil relataram sobre a nova certificação e lista de fornecedores de materiais.

O vice-presidente do Sinduscon Teresina, Guilherme Fortes, afirma que a reunião foi para conhecer também a nova gestão e esclarecer pontos que estavam em dissonância. “Fiquei surpreso com as palavras do presidente, pois foi um discurso totalmente proativo e empreendedor. O que ouvimos da Equatorial foi que eles querem ligar energia e respeitar o consumidor. Então para nós empresários, isso dá uma harmonia para o que fazemos, que é geração de habitações e o desejo da empresa de ligar essas unidades”, afirma Guilherme Fortes.

Durante a reunião, a empresa se comprometeu em criar um canal de comunicação diferenciado e estruturado para atender o grupo empresarial. Além disso, o Sindicato fará uma lista com os principais problemas que estão enfrentando, para que seja tomado as devidas providencias. Já a CEPISA/Equatorial garantiu fazer uma cartilha voltada para construção civil afim de evitar futuras dificuldades.

O presidente da CEPISA/Equatorial, Nonato Castro, afirmou que é importante uma parceria com os empresários da construção civil e que está fazendo várias mudanças para melhor atender os clientes. “O nosso maior objetivo é ligar a energia para o cliente, pois é um interesse também nosso de levar energia a todos com responsabilidade e obedecendo todas legalidades. Estamos mudando sistemas, estruturas e só nisso vamos investir R$55 milhões. Então esse investimento é para ter controle como também celeridade nos processos”, finaliza Nonato Castro.

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