Vocês já sonharam muito em conquistar alguma coisa? Eu já. Na verdade eu ainda sonho. Todos os dias imagino o quanto deve ser louco poder ajudar mais as pessoas. Meu sonho é megalomaníaco, mas isso não me causa espanto. Não mais.

Já me ferrei algumas vezes por causa disso. Quem não é bom, confunde bondade com inocência, e tenta tirar proveito disso. Fui feito de besta, confesso, mas isso nunca me desmotivou. Quero poder ajudar o máximo de pessoas possível. Meu sonho é grande, eu sei, mas eu vou aproveitar essas duas fotos aí, pra contar uma história para vocês. Resumida.

Em novembro de 2019 participei pela primeira vez, de dois eventos que já tomam um espaço certo no calendário anual de quem também não tem o mínimo de “escrúpulo sonholístico” - me permitam inventar esse termo.

Essas pessoas têm um propósito definido e colocam suas metas nele. Não há alternativas, o único meio possível é ser feliz buscando isso. Na primeira foto estou com Flávio Tavares, fundador da Welcome Tomorrow e na segunda, com o Murilo Gun, que teria mil adjetivos, mas vou usar só um, o gênio que descobriu uma forma de encantar as pessoas na levada do sotaque recifense e convencê-las de que o coração é a principal máquina do futuro. Ah, antes que eu esqueça, o outro evento foi criado por ele, o Hard Work Papai.

O Murilo me inspira diariamente, através de podcasts, vídeos, imagens e muito mais. O Flávio, aqui vai ganhar um espaço um pouco maior, pela maneira que nos conhecemos. Em meio a uma reunião de milhares de pessoas que se conectam por objetivos em comum (o Welcome Tomorrow), um dia sentamos na mesma roda de conversa, e ele falava de como começou, palestrando para cinco pessoas, e de como eles choravam juntos, emocionados, ao final.

No meio da conversa, ele falou de como aquele evento tem transformado a vida dele e de milhares de pessoas que passam por lá todos os anos. Então resolveu citar minha cidade, Teresina. Qual a probabilidade, de em meio a milhares de pessoas e suas cidades, ele falar justo da capital do Piauí, numa roda em que era mínima a probabilidade de ter um piauiense?

Foi surreal. Eu não sei no que você acredita, se em Deus, Buda, destino, acaso ou forças ocultas do universo. Mas além da minha fé, eu acredito no que sonho, e de que tudo conspira a favor de quem faz por merecer.

Eu sou o Vitor, Vitor Sousa. Estudei e me formei em Relações Públicas e também em Jornalismo. Me apaixonei por comunicação e resolvi começar a te ajudar, te ouvindo e falando um pouco do que sei. E aí, topa embarcar nessa comigo?

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